Poema ao Cais e aos Navios

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Navio que vens de longe, de que lugares vens?

Navio que vais pra longe, afinal pra onde vais?
– Leva a mensagem de minha alma a um prisioneiro qualquer
que perambule à toa, tal como eu, a sonhar
à beira de outros cais!

(Poema de J. G. de Araujo Jorge extraído do livro Cânticos – 1941)

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2 Comentários para “Poema ao Cais e aos Navios”

  1. Virgilio says:

    Noga,

    A imagem ficou 10. Gosto de panorâmicas, me passam uma sensação legal e de amplitude.
    O Poema q vc postou me lembrou de um velho catraieiro chamado Boanerges, que sempre contava suas façanhas na baía de Vitória. Este velho catraieiro era meu avô.

  2. Nogarol says:

    Virgílio, meu nobre! Obrigado! Que coisa linda hein, que satisfação em ver uma foto minha lhe trazer lembranças de uma pesoa que parece ser (ou ter sido) tão importante pra vc!

    Abração!!

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