Feb 27

Estão abertas as inscrições para os próximos cursos de fotografia ministrados pelo pessoal do Clube da Foto e Savaris Stúdio em Vitõria/ES.

Eu fiz, to fazendo e recomendo! (rimou)

Maiores informações com Érica nos telefones 27 – 3327.0372 ou e-mail erica@fotovitoria.com.br

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Feb 25

Sair do comum; parar, olhar e pensar; inovar; mudar os ângulos; mudar o foco; estudar as possibilidades de iluminação; por baixo ou por cima; de fora pra dentro ou de dentro pra fora; imaginar, criar, apagar; colorido ou em preto&branco; mudar o cenário; sugerir e pedir sugestões… porque deixamos isso tudo e muito mais pra trás e nos prendemos em fazer “mais do mesmo”?

Quantas oportunidades muito boas de tirarmos fotografias originais, autênticas, marcantes, perdemos justamente por não ousarmos?

Ousar?!

Sim! Acredito que devemos ousar no posicionamento físico: porque não sentar, ajoelhar, deitar, se esticar todo pra tirar uma foto? Isso acredito ser até básico.

E ousadia de posicionamento mental? Porque não pensar diferente? Porque não fazer um brainstorming mental na frente do motivo e visualizar todas as possibilidades de registro e colocar em prática as idéias que antes eram “malucas”?

No vídeo “The Third & The Seventh“, criado por Alex Roman essa ousadia e saída do comum é muito bem registrada! Como foi citado no post original por Alexandre Belém, o vídeo mistura realidade, ficção, dimensões e imagem e acrescento ser uma ótima fonte para vermos como perdemos ângulos interessantíssimos quando vamos fotografar. Simplesmente por não ousarmos.

Apesar do foco ser dado em objetos e arquitetura, podemos nos inspirar nas cenas do filme para criarmos novos ângulos ou olhares em fotos com outros motivos.

Eis o vídeo. E conforme recomendado no post original: Veja em tela cheia com som!

Fonte: Olhavê

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Feb 24

Encontrar a melhor câmera para você. Assim, o Snapsort se identifica logo de cara.

Para quem procura informações sobre a máquina que pretende adquirir ou simplesmente ainda não tem idéia sobre qual deve pesquisar, fazer comparações entre equipamentos ajuda um bocado e isso o site faz isso muito bem.

Para simplificar o trabalho, já são mostradas na página inicial algumas comparações classificadas como “populares” e separadas em Reflex e equipamentos mais simples, o que facilita se alguém já estiver “namorando” alguma máquina e não conhece uma semelhante de outra marca.

Canon, Sony, Pentax, Samsung, Sanyo (!!!) e outras diversas marcas podem ser encontradas no site e a leitura de informações é muito simples, apesar de ser em inglês. Além de mostrar os dados numéricos, ele já faz a análise deles para o usuário e mostra frases como: “A máquina X é mais leve que a Y“; “As duas gravam em HD, mas a Y possui maior resolução” e por aí vai.

Fica a dica.

Fonte: Photojojo

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Feb 18

Direto ao assunto: não adianta tentar levantarmos cercas contra o uso indevido das fotos que tiramos. Sempre haverá espertalhões que se utilizarão de diversos meios e conseguirão “pular as cercas” e usar aquela foto na qual você colocou um © bem notável para dizer que “todos os direitos estão reservados”.

Adotei então a política “se não pode com eles, junte-se a eles”: quem quiser, pode copiar minhas imagens, distribuí-las e modificá-las. Pode ainda criar outras obras derivadas das minhas fotos.

Você é doido?

Não. Para a utilização das imagens é obrigatório que me dêem os créditos, através de uma das seguintes maneiras:

* Citação de meu nome completo: Paulo Nogarol Junior;
* Inserção de meu logotipo;
* Inserção de meu e-mail: paulo@nogarol.com.br

Assim, minha marca obrigatoriamente estará vinculada ao trabalho em que for utilizada minha foto, o que pode ser proveitoso no futuro. Existe amparo legal pra isso através das licenças Creative Commons e utilizo a 3.0 em minhas imagens.

É obrigatório ainda o compartilhamento da imagem pela mesma licença que estou compartilhando ou licença semelhante.

Creative Commons License

É válido lembrar que, para validade da licença, é necessário especificar como serão dados os créditos ao autor.

Com © ou “cc” sempre haverá o risco de aparecer dor de cabeça na justiça devido a utilização indevida das imagens. Não tem jeito. Entretanto, ao invés de lutar contra, prefiro andar junto e ainda pegar carona nas minhas imagens para divulgar a minha marca ou ainda pegar novos trabalhos com isso.

Sem contar que muitas pessoas nem sabem o que significa “copyright” ou o símbolo ©…

Eis um vídeo que mostra o que é Creative Commons:

[ Atualização 1 ] – Esqueci de citar que, de acordo com a licença que utilizo, não é permitida a utilização das imagens para fins comerciais!

A licença que eu citei no post anterior foi a 2.5 e foi corrigida para 3.0

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Feb 12

É sabido que as pessoas têm olhares diferentes em cima de uma mesma cena e isso explica um pouco a razão de, em um mesmo motivo, visualizarmos diferentes possibilidades e obtermos diferentes fotografias.

Estamos em frente a um carrossel, colorido, com diversos cavalinhos, algumas crianças, balões de diversas cores, um pipoqueiro à esquerda, um rapaz amarrando o cadarço do tênis e mais alguns motivos e entregamos a cena para algumas pessoas “armadas” com suas câmeras. O resultado vai ser diverso: algumas vão dar um close no carrossel, umas vão dar idéia de movimento, outros vão congelar a imagem. Outras poderão tirar o foco do carrossel e prender-se ao rapaz amarrando o tênis, enquanto haverá ainda o que registrará as marcas de expressão do rosto do senhor pipoqueiro. Quem sabe surja alguém que fotografe o movimento da roda gigante que está atrás do carrossel?

Visualizar ângulos diferentes, enxergar além do que nos é óbvio, sair do senso comum é algo válido para quem quer se diferenciar em fotografia. Para quem quer descobrir ou desenvolver sua linguagem fotográfica (tema para post futuro). Desenvolver um olhar mais crítico, mais perceptivo é uma maneira de se diferenciar dos outros fotógrafos.

É claro que há aqueles que possuem um olhar mais detalhista, que se prendem aos detalhes do motivo. E há os que se encantam pela visão mais ampla da cena. Uma não é melhor que a outra, são visões diferentes e ambas têm que ser desenvolvidas, têm que ter diferencial!

Mas como desenvolver esse olhar mais perceptivo?

Rodger Savaris, fotógrafo e professor do Curso Avançado de Fotografia da Savaris Photo e do Clube da Foto, cita um exercício prático muito proveitoso:

“Pegue uma folha de papel e um lápis, sente em frente a alguma cena e escreva TUDO o que você está vendo, desde o ponto mais distante até o mais próximo aos seus olhos. Descreva detalhes, cores, perspectivas, movimento, sombras, formas, pessoas, objetos…”

Ou seja, o exercício da descrição dos motivos que estão à nossa frente nos fará aumentar a percepção dos detalhes que deixamos frequentemente passar, independente do modo que gostamos de fotografar (linguagem fotográfica).

E acredito que “enxergar coisas aonde todo mundo vê e não enxerga” possa ser um diferencial muito importante. Pois, novos ângulos surgirão, novos motivos se mostrarão, novas técnicas serão pedidas para registrar aquele momento e consequentemente obrigarão o fotógrafo a estudar, aprender tais técnicas.

Vamos praticar? ;)

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Jan 28

Tirar foto é fácil, qualquer pessoa pode comprar uma câmera e sair por aí “atirando”.

O que faz uma boa foto não é o equipamento, é o fotógrafo. Sim, é óbvio isso. Mas você já deve ter ouvido a pergunta cretina feita por alguém que vê uma foto bacana: “nossa, que equipamento você usou?”. Ou deve ter ouvido ainda a afirmação “com essa máquina qualquer foto fica boa!”… pronto, matou um fotógrafo de raiva…

Dê o mesmo equipamento para outra pessoa sem feeling, sem dom, sem preparo técnico e confira o resultado… certamente serão incomparáveis.

Vinícius Matos, grande fotógrafo brasileiro que atua em casamentos, citou que “o equipamento fundamental para as suas fotografias é ele mesmo”. Já Ronaldo César Leite, meu professor do Curso ministrado pelo @clubedafoto, com seus mais de 20 anos de experiência no ramo, ganhou um concurso com uma máquina bem simples, compacta. Provas de que a causa da boa fotografia não está no equipamento e sim na essência e no conhecimento técnico do fotógrafo.

A questão é que talvez a maioria das pessoas que empunham uma máquina fotográfica simplesmente “miram e atiram” e repousam na sorte de ter tirado uma foto boa ou gozam da facilidade, comodidade gerada pelas máquinas digitais no que diz respeito a poder tirar quantas fotos quiser até uma ficar boa.

Para ajudar a perceber a fotografia de modo diferente do que foi falado acima e assim registrar de modo único os seus momentos, cito 20 perguntas que todos os fotógrafos deveriam fazer antes, durante e depois de dar o clique. Claro que nem todas se aplicam a todos os trabalhos:

Significado

“O que eu quero dizer com esse clique?”
Fotografar é escrever com a luz. O que eu quero escrever? Qual história eu quero contar?

“Qual tipo de fotografia vai me ajudar a capturar o que eu quero dizer?”
Retrato? Natureza morta (still life)? Paisagem? Conceitual? Os objetivos direcionam os tipos de fotografia.

Pensando sobre

“O que eu deveria fotografar?”
Considere o óbvio, mas não deixe de pensar em todas as possibilidades. Deixe a mente viajar.

“Como eu posso ter acesso a pessoa ou ao que eu vou fotografar?”
É uma habilidade que difere os agraciados dos não agraciados. Você não pode fotografar algo que não está vendo. Aqui destaco o poder de seu networking.

“Qual local ou ambiente seria o melhor para este trabalho?”
Leve sempre a câmera com você e registre os lugares que você ache interessante. Um dia podem lhe servir.

“Como posso ter acesso àquele ambiente?”
Leia acima sobre acesso às pessoas.

“Existem permissões envolvidas?”
Às vezes, através da pessoa certa, você pode conseguir escapar de ingressos/permissões/proibições de acesso. Mais um ponto para o networking.

“Existe outro tipo de uso que posso dar à foto que me permitiria combinar recursos e maximizar os resultados?”
Uma vez que você visualizou uma boa oportunidade de fotografar, mas antes de fazê-lo, pense lateralmente. Quem mais usaria essa foto? Eles poderiam ajudá-lo com melhor acesso? Talvez até um suporte?

Preparando o clique

“Qual conteúdo adicionar ou quais elementos secundários ajudariam a foto?”
Isso é como um bom local irá ajudar. Procure por múltiplas opções em uma locação. A exploração do local pode mostrar outras opções ainda não vistas.

“Qual estilo?”
Novamente, objetivo direciona a foto, que por sua vez direcionam as decisões. E essas poderiam ainda ser randômicas.
Um preto e branco ficaria melhor? Mesmo que você opte por ficar com mais cores, você vai olhar diferente para o motivo.

Que tal utilização de filtros? Formatos diferentes? Ou fazer uma aplicação diferenciada da foto? Deixe a foto dirigir o estilo e não o contrário.

“Flash ou luz ambiente?”
Não é porque você entende de iluminação com flash que tem que utilizá-la.

“Ok, com flash. Como?”
Tantas opções – imitação de luz natural, luz motivada, luz estilizada. Novamente, a análise de “cima para baixo” ajuda a direção de boas escolhas.

“Qual tipo de ferramentas de iluminação utilizar?”
O estilo direciona as ferramentas! Um por do sol pode ser imitado com um SB-800 ou o farol de uma moto 800cc.

“Como eu posso encontrar a ferramenta?”
Se você não tem uma, procure pegar emprestado primeiro. Cooperar também com outros fotógrafos é uma grande idéia, por diferentes razões. Ou então aluge, ou ainda faça você mesmo.

“O que eu posso pesquisar sobre meu motivo para melhorar a probabilidade de uma boa sessão?
Quando você conhece o motivo você pode quase ouvir um suspiro de alívio. Faça sua pesquisa a respeito de tudo o que você possa pesquisar. Google, Wikipedia, pergunte à secretária, qualquer coisa.

Durante o momento dos cliques

“O que eu posso encontrar de comum entre o sujeito e eu mesmo e que eu possa usar para criar um momento, uma conexão?”
Depois de todas análises prévias, liberte-se de você mesmo para dar total atenção ao motivo. Tenha uma conversa. Fale. Ouça. Aprenda.

Procure por ligações. Elas são as chaves para a construção e extensão do tempo que você terá para fotografar. “É seu filho? Quantos anos? O meu tem 9 também!”…

Antes da conclusão

“Existe alguma coisa que eu possa retirar a partir dessa foto para melhorá-la?”
Fácil esquecer depois de todo aquele trabalho um ambiente ou contexto, aproveite o momento. Mas, frequentemente as melhores fotos são aquelas que foram extraídas de sua essência.

“Enquanto eu tenho acesso ao local, existe outra foto que eu deveria tirar para aproveitar o momento?”
sempre tire uma foto em alta qualidade, por exemplo. E rica em detalhes também, para que possa ser aproveitada em outro trabalho.

Depois da sessão
“Existem usos secundários para as fotos?”
Faça pleno uso de seu acesso às fotos.

“As fotos ou os contatos que fiz podem me ajudar novamente a obter acesso a outra oportunidade?”
Muitas oportunidades surgem dos novos contatos realizados. Compartilhe e-mails, telefones, sites, perfis na rede social. Monitore sua lista de contatos e às vezes envie fotos em baixa resolução para eles!

Um projeto bom que surge inesperadamente é otimo! Mas eu posso já iniciar uma conversa com um ou mais contatos feitos, que podem se tornar meu próximo motivo em algum dia. E isso é agrdável para eles, pois eles podem opinar, sugerir.. assim como pode ser bom para um novo motivo ser sugerido.

Fonte: Strobist

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