Tag: ‘Reflexões’



Estive pensando – Carol

Monday, August 15th, 2011

Estive pensando, nos últimos dias, em algumas coisas que ouvi recentemente. Foram surpreendentes palavras que me levaram às seguintes conclusões:

– Na vida tudo passa, uns passarinho, outros passarão; (desculpem-me, não consegui deixar de escrever essa rsrs)
– Em alguns lugares ou até mesmo para algumas pessoas, não importa o que você fez de bom ou o quanto você cedeu, falou, pensou. Importa, no fim das contas, somente o quanto você custa ou o que você tem;
– É muito, mas muito mais válido, cultivar e exercitar SEMPRE o pensamento de que tudo o que precisa ser feito DEVE ser feito da MELHOR maneira possível. Pois, quando você já não for mais “útil” para alguém, pelo menos terá a alma lavada e a valiosa experiência de ter aprendido ou colocado algo em prática;
– Poucas coisas são tão valiosas quanto as verdadeiras amizades;
– Temos uma só vida (okok, não é a intenção debater sobre as “n” teorias a respeito”). Portanto, que tal vivê-la de forma a deixar SEMPRE um bom legado, um bom rastro, uma boa lembrança a seu respeito por onde você passar?

Estive pensando.. 🙂

Onde está sua atenção?

Tuesday, June 28th, 2011

Hoje fiquei feliz ao ouvir de uma colega de trabalho a simples frase:

– Paulão, obrigado pelas suas palavras ontem. Me fizeram muito bem.

Fiquei feliz por ter feito bem a alguém e também por, ao falar com ela a respeito de algo que a incomodava, também me ouvi.

A conversa tem a ver com o foco que damos às coisas que estão ao nosso redor. Digo, como enxergamos, compreendemos ou encaramos essas coisas.

Na maioria da vezes, talvez devido a nossa natureza humana, prestamos mais atenção naquilo que é ruim: notícias sangrentas no jornal; detalhes da separação dos vizinhos; a doença que matou fulano e por aí vai. É comum.

A conversa com minha colega teve a ver com escolhas: ou escolhemos focar no que está ruim à nossa volta ou mudamos o foco para aquilo que é bom ou que podemos mudar, melhorar. Mais ou menos isso. Não há família perfeita, escola ou faculdade perfeita, trabalho perfeito, casamento perfeito. Portanto, onde deve estar nosso foco? Naquilo que é ou está ruim ou naquilo que há de bom ou bonito?

Eu sei, não duvide, eu sei que é fácil falar.

Paciência

Tuesday, February 1st, 2011

Definição número 1 para “paciência”, segundo o Priberam:

“1. Capacidade de tolerar contrariedades, dissabores, infelicidades.”

Longe de mim a intenção de ser um pensador, um filósofo ou um observador do comportamento humano… mas às vezes realmente fico surpreso (comigo mesmo, constantemente) ao ver que nos deixamos emputecer (não me arrisquei a consultar o Priberam nessa) com coisas que certamente são merecedoras de nossa paciência.

Em todas as organizações existem as pessoas extremamente comprometidas e as impunemente relaxadas. Consequentemente estas dão motivos para qualquer um “sair da linha”. Mas, vai resolver o problema ficar o dia inteiro reclamando, bufando na frente do computador, soltando um “Ooooh Meu Deus, de novo fizeram essa cagada”?

Além de não resolvê-lo, o mau humor nos cega para tentarmos matar o incompetente que fez a cagada sugerir algo para que o problema não se repita.

E fora do trabalho? Adianta tentar mudar o comportamento dos que são mais experientes que nós? Adianta ficar batendo cabeça, arrumando confusão ao tentar defender o nosso ponto de vista contra quem tem décadas de anos a mais que nós? Perda de tempo… e também de paciência.

Às vezes aprendemos mais sobre nós mesmos aceitando que não podemos mudar tudo e todos à nossa volta. E o auto conhecimento tem um valor inestimável.

Observador

Tuesday, June 22nd, 2010

O título já escreve o post.

Nunca é demais aprender. Nunca é demais ensinar.

Friday, February 19th, 2010

É estranho e ao mesmo tempo muito fácil de entender porque há pessoas que não gostam de compartilhar o que sabem.

Seja o domínio de uma técnica de fotografia; a solução para um problema de informática; o local aonde acharam aquele produto que muitos querem por um preço bacana.. Sempre teremos exemplos que mostram como há pessoas que se esquivam de ensinar, de compartilhar, de mostrar.

Sei. Lutei pra aprender e você se vira.

Claro que houve custo para a pessoa aprender o que sabe, seja ele representado por tempo, dinheiro ou qualquer outro recurso utilizado. Mas, arrisco dizer que por puro egoísmo ela não passa pra frente o que sabe: “Eu me virei, se vira também”.

Acredito no aprendizado mútuo. Acredito que não somos donos da verdade e não possuímos o domínio completo de alguma técnica. Não tem como alguém se qualificar dessa forma, tamanha é a velocidade com que novas técnicas aparecem e ainda como o aumento do volume de informações a respeito de algo que sabíamos fazer muito bem altera ou melhora os métodos que utilizamos na execução de nossas tarefas.

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Me ensina? Deixa eu te ajudar? Como faço? Vai por esse caminho aqui

Outro motivo para o não compartilhamento de conhecimento talvez seja o medo da concorrência: “Vou te ensinar pra você ser mais um no mercado?! Esquece”. Esse pensamento é, no mínimo, adotado por pessoas que não se garantem na qualidade de seu trabalho, nos seus diferenciais, no que pode oferecer de diferente e que cativa seus clientes. É adotado por pessoas que se garantem na frase “quanto menos concorrentes, melhor”. Tolos, burros, não conhecem seu mercado, seus clientes, seu negócio. Sempre haverá concorrentes!

O exercício de ensinar algo a alguém pode nos fazer lembrar de conhecimentos adquiridos há muito tempo. Conhecimentos adormecidos que podem nos gerar novas idéias! Sem contar que, ouvindo os questionamentos daqueles que querem aprender com o que sabemos, pode também nos despertar para novas oportunidades, pode fazer com que enxerguemos coisas que estão debaixo de nosso nariz e não tenhamos vistos até então!

Pondero, entretanto, que nem sempre ensinar significa entregar a informação de mão beijada. Significa também despertar perguntas que façam o próprio questionador descobrir a resposta que quer obter de quem já domina a técnica. Vale nessa hora perceber o nível de conhecimento que o questionador possui a respeito do assunto.

Nunca é demais ensinar. Nunca é demais aprender. E quando essas duas açÕes se misturam e geram oportunidade de crescimento mútuo, aí sim que a coisa fica boa!

E então, o que você já compartilhou hoje?